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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Henri Matisse | “Le bonheur de vivre” ("A Alegria de Viver")

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A obra foi uma resposta do próprio Matisse à hostilidade com que o seu trabalho havia se faceado “Salon d'Automne” (Paris, 1905), e alicerçou ainda mais profundamente a sua arte nos princípios estéticos que tinham norteado as pinturas fauvistas. Ela reflecte a influência de Paul Gauguin para as cores, mas também a de Jean-Auguste Dominique Ingres para a composição (de inspirações classicistas). A técnica é um pouco pontilhista e o trabalho foi criticado, entre outros, por Paul Signac, que o chamou de "uma pintura com cores repugnantes e contornos muito grossos, com uma polegada de largura." Este quadro fez com que a "boa sociedade" rebentasse de rir, tanto que há hoje acordo em considerá-lo como uma das fontes da arte do século XX, da mesma forma que "Les demoiselles d'Avignon" de Picasso. Embora seja tão importante e marque definitivamente o início de uma nova era na pintura europeia, é muitas vezes esquecido ou simplesmente ignorado. Fonte:Wikip…

Donald Zolan e suas pinturas com crianças

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Quando vejo uma criança, ela inspira-me dois sentimentos: ternura, pelo que é, e respeito pelo que pode vir a ser. Louis Pasteur


















Pinturas de Romero Britto para colorir

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Pinturas com pássaros | Simplesmente encantador!

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Não nos perguntamos qual o propósito dos pássaros cantarem, pois o canto é o seu prazer, uma vez que foram criados para cantar. Similarmente, não devemos perguntar porque a mente humana se inquieta com a extensão dos segredos dos céus... A diversidade do fenômeno da Natureza é tão vasta e os tesouros escondidos nos céus tão ricos, precisamente para que a mente humana nunca tenha falta de alimento. Johannes Kepler


























As mais lindas pinturas de flores em jarros

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Flores
De um pequeno degrau dourado -, entre os cordões de seda, os cinzentos véus de gaze, os veludos verdes e os discos de cristal que enegrecem como bronze ao sol -, vejo a digital abrir-se sobre um tapete de filigranas de prata, de olhos e de cabeleiras.
Peças de ouro amarelo espalhadas sobre a ágata, pilastras de mogno sustentando uma cúpula de esmeraldas, buquês de cetim branco e de finas varas de rubis rodeiam a rosa d'água.
Como um deus de enormes olhos azuis e de formas de neve, o mar e o céu atraem aos terraços de mármore a multidão das rosas fortes e jovens.
Arthur Rimbaud
















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